Os números comprovam: a Bahia virou terra de matadores.
De um lado, Neto Baiano. Nove gols em sete jogos. Artilheiro isolado do Baianão. 50 gols com a camisa rubro-negra. Toda bola que sobre na área ele empurra pra dentro – sem o medo do inevitável trocadilho. Na verdade, a bola o procura. Que fase!
Do outro, Souza. Na sacola, sete gols. Dois a menos que o rival da Toca. O centroavante tricolor tem três jogos a menos, porém. A marca se torna ainda mais interessante. Sete gols em quatro jogos. Showza, o Caveirão!
A batalha vai ser boa. Bem diferente daquela travada no meio do ano passado, quando os dois, em fases não tão boas assim, trocaram farpas através da imprensa feito duas crianças mimadas. Agora a o duelo será tête-à-tête, face à face.
Ao vencedor, o estádio gritando em uníssono o seu nome. Ao derrotado, o preço amargo do silêncio.
Em quem você vai apostar?







